Na
contagem regressiva para o findar de outro ciclo, percebo como sou grata a
tantas pessoas e a tantos encontros neste últimos anos (pela vida toda, pela
vida afora).
Ou pela
forma que me incentivaram a seguir o caminho ou pela mesma forma onde identifiquei
que não valia seguir. Ensinamentos sempre, mesmo aqueles que não nos
“emocionam” – a emoção sempre estará ali presente. “E o meu mestre é o coração, meu tambor do peito, meu amigo cordial!”
Gratidão
pelas oportunidades e pela falta delas, pelas lutas e pelo luto ainda sem ponto
final; pelo menos, pelo mais... pelo não mais! Graças a Deus! Adeus! Ó, Deus!
Estou
contando os dias à frente, o melhor da vida somos nós que fazemos! O melhor (e
o pior) dos dias fui eu quem fiz, sim. Que venha o Ano Novo, Novo Ciclo e,
parafraseando Drumond, “que eu faça por merecê-lo, fazê-lo novo; pode dar
trabalho, mais consciente, inteiro e íntegro – e que eu desperte em mim o que
cochila desde sempre”.
Feliz
Ano Novo, Feliz Plantio, Jardineiros!!!

